quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

O Futuro desastroso da macrobiótica

Com o descrédito e impopularização das ditas medicinas convencionais se vulgarizou muito hoje em dia, outros tipos de terapias:” ditas alternativas, entre elas a macrobiótica”. Mas a questão é: alternativas a quê?
Na realidade paradoxal o que vemos hoje em dia é uma confusão generalizada da maior parte dos pacientes, ora correndo em torno da medicina institucionalizada, ora recorrendo às alternativas místicas ou terapêuticas, lucrando e enriquecendo ás custas dos seus fiéis.
Alguns pacientes poluídos o bastante da medicina em vigor, obtém por vezes algumas melhoras temporárias com as ditas alternâncias ligeiramente menos poluentes.
Mas observando com um pouco mais de cuidado, vemos que tais melhoras não duram muito, pois o tipo de pensamento que está por detrás de tais terapias também ele é halopático, alienante.
O que varia é o remédio, pois o paciente é o mesmo.
E ao contrário do que muitos pensam, o remédio não é de todo a melhor terapia, pois se assim fosse, com as enormes somas gastas com estes, teríamos uma saúde de ferro, o que não acontece. Aliás, parece que quanto maiores as somas de dinheiro gastas em medicamentos mais longe ficamos da saúde. Isto sucede porque o dinheiro foi endeusado de tal modo, que caímos na falsa ilusão que a saúde também se pode comprar. Outros há que crêem que a saúde é um direito institucionalizado, basta pertencer a alguma instituição e ser rotulado de natural e assim se adquire imunidade suficiente. Por isso também a macrobiótica, seita religiosa, em que o deus é a comida e o sacerdote o arroz integral, acredita que basta rezar: cem vezes a cada refeição: Paz, amor e felicidade, para assim garantir um lugar privilegiado antecipadamente no céu.
O que define uma religião é o simples facto de ser maniqueísta, excluir uma parte em prole de outra, ora a religião cristã exclui o diabo em prol de deus, a isso nem e religião macrobiótica escapou, também esta quer excluir a doença, em prol da saúde absoluta.
A grande maioria dos líderes macrobióticos no mundo inteiro são do tipo religioso, yin ou yang, mal sabendo ler e escrever, tendo tirado a quarta classe por correspondência. Prometendo a cura milagrosa aos seus fieis à custa de quantias exorbitantes. É fácil constatar isso, observando os seus fiéis devotos, porque os liderados obviamente seguem o líder.
Não sei se pela ofuscação dos holofotes, ou pela simples ignorância das coisas básicas da vida!
O que se verifica é que as supostas pessoas que se afirmam ser macrobióticas praticam uma alimentação que se diz saudável, quando a realidade nos mostra que a cada dia se encontram mais impotentes, cada um pode verificar com seus próprios olhos. Quem tiver tempo e paciência pode percorrer os supostos restaurantes naturais e macrobióticos em Portugal e saborear, deglutir aqueles supostos pratos equilibrados; se não tiver uma diarreia gastrointestinal, vai invariavelmente sofrer de retardamento mental, ou congestão emocional, pois a suposta macrobiótica que se diz praticar ainda nem sequer começou, o que existe é comércio macroidiótico, por pessoas sem escrúpulos e sem carácter, alguns dificilmente detectáveis com mascaras de anjos com intenções bem diabólicas.
A macrobiótica como muitas outras industrias acaba por infalivelmente obedecer aos mesmos princípios que qualquer outra empresa comercial, exploração lucrativa ás custas de ingénuos e desamparados, sem casa, sem lar ,sem tecto.
Razão pela qual, alguns dos antigos estudantes da macrobiótica mais honestos e coerentes procuraram a medicina chinesa e seus derivados, como a chinesoterapia, indianaterapia, e o misticismo folclórico oriental todos eles também confundidos e mal esclarecidos.
Assim sendo, feliz ou infelizmente a macrobiótica tem os dias contados, e é bom que tal suceda, pois se assim não fosse como poderiam pessoas mais sérias incorporar em suas vidas princípios simplificadores de suas rotas de vida.
Pois o que valoriza a simplificação é a confusão generalizada. Desta confusão generalizada surge então através do estudo teórico e pratico do princípio unificador que se propõem desmistificar todos os deuses do conhecimento humano.

É preciso piorar para melhorar

Um dos argumentos mais vulgarmente invocados pelos que são contra a macrobiótica é a de que os macrobióticos são doentes, fracos, anémicos e impotentes.
Realmente a quase totalidade dos que seguem a macroidiótica ou macroneurótica é doente, arrogante, excludente, monomaniaco, pretendendo acabar com a doença a violência e a miséria.
Foi exactamente por isso que buscaram a macrobiótica, enfim chegaram ao ponto crítico, á crise de reconhecer a própria doença.
Mas a realidade é antagonicamente paradoxal, pois só quem enfrenta a doença, a confusão, a desilusão, tem razão, motivo para descobrir e desenvolver a capacidade de auto fortalecimento, de homeostase psicossomática normal, divina, simples, maravilhosa.
Pois quem nunca enfrenta a doença, nunca vai ter possibilidade de reconhecer a saúde. Para melhorar às vezes é preciso piorar.
Os midia e as pessoas em geral ficam muito preocupados com a doença, a guerra, os vírus, etc..mas o que acontece é exactamente o contrario, pois a doença que mais pessoas afecta é precisamente a morte por cancro e problemas cardíacos, além das iatrogénicas, doenças típicas de pessoas que dificilmente adoecem, e que negam a doença como processo necessário, por isso mesmo nunca desenvolveram, aprofundaram sobre a própria capacidade saudável.
A macrobiótica (Principio Unificador) não é nem a favor nem contra a doença, apesar desta ultima ser imprescindível a quem queira desenvolver maior autocontrole sobre o destino.
A doença é o fermento da saúde. A saúde o combustível da doença.
A maioria das pessoas nos tempos actuais sofre é de apatia (a (Sufixo de negação) + pathos = patologia, doença) generalizada, isto é, está insensível á dor, á doença, sofre de falta de doença, problemas vitais, não é pois de admirar a mesma insensibilidade ao prazer, pois só que experimenta a dor, a amargura pode vivenciar o prazer.
Tudo é problema, não adianta reclamar. E o maior problema é exactamente a falta de problemas. Sem problemas ninguém precisaria de desenvolver a mentalidade, tampouco afectividade. Quem enfrenta a doença mais grave, pode desenvolver a saúde mais persistente. Quem nunca fica doente não é normal, mas é ainda mais anormal, quem pensa que a saúde e a doença são eternas. Patologia é ser ou só saudável, ou só doente. Doença e saúde são indivisíveis, antagónicas e complementares fazem parte de todo o processo fisiológico normal, divino.
Pois aquilo que deus uniu (Saúde à doença, guerra à paz, Amor à ódio) o homem nunca poderá separar.
Quem não entende essa realidade antagónica já está num processo de esquizofrenia generalizada.
Será que os grandes lideres históricos, nunca enfrentaram a doença, a confusão, a miséria?
Felizmente o que fez com que se tornassem lideres foi a capacidade de enfrentamento dependente, das precariedades humanas, pois se assim não fosse, para onde conduziram a humanidade.
Até Jesus Cristo teve de enfrentar o enfraquecimento controlado, jejum para desenvolver, maior potencia psicossomática.
Claro só poderia ser para o caos.
Hoje em dia o que sucede com a maioria das pessoas que se pré-ocupam (Ocupar antes de tempo) com a doença, é o simples facto de pensarem que a cabeça é mais inteligente que o corpo, por isso quando ficam doentes procuram soluções dependentes, invasivas, esquecendo, que na maioria dos casos de patologia a melhor solução, não é ir contra o sintoma, muito pelo contrario, ajudar o sintoma, até acelarar, isto é, ajudar a piorar a doença, para assim se poder manifestar o aspecto saudável, sendo que só assim se consegue uma mais rápida recuperação da homesotasia orgânica.
Como tal, a macrobiótica não tem por fim apenas o controle da doença, mas é também a forma mais sadia de nutrição até hoje conhecida, pois respeita o funcionamanto normal da nossa biodivesidade viva, sanguínea. Macrobiotica é alimentação psicossomática, normal, corrigida diariamente. Macrobiotica é uma alimentação simples, para quem não quer morrer forte.
Sendo que o melhor mestre da saúde é a própria doença.
“Magrobiótica” é alimentar-se para ter saúde perfeita, discernimento supremo e felicidade eterna. Excluindo o erro, e simultaneamente a possibilidade e correcção.
A grande confusão é que a maioria das pessoas que se diz ser macrobiótica, se alimenta como se fosse doente, como sopa de misso para se desintoxicar, acabando por ficar intoxicado da dexintoxicação, comem excesso de fibra, para não sofrer de cancro no cólon, sofrendo como consequência de má assimilação, comem excesso de feijão para não ter carência de proteínas, acabando por ficar com uma má digestão, muito fermentativa, e ficando cheios de proteínas e esgaziados (cheios de gazes), comem excesso de sobremesas para ficar mais flexíveis, ficando tensos de tamanha flexibilidade, bebem excesso de líquidos e chás, ficando desidratados de tanto querer ficar hidratados. È claro que acabam por ficar doentes na busca de tanta saúde.
Quem não entende a relatividade absoluta, a complementariedade antagónica de yin/yang, saúde/doença, guerra/paz, etc, não pode e não deve comer a tal macrobiótica.
Macrobiótica é a ciência, a mãe de todas as ciências, a mais científica de todos, porque é uma ciência viva, que ao invés de fazer apenas analise também sintetiza, não necessita de provar nada, mas perceber a dinâmica da vida. A ciência desde sempre viveu de provas, que sempre mais tarde ou mais cedo se veio a confirmar, que estão incompletas ou erradas. O que se prova hoje é o erro de ontem e o desconhecimento do amanhã, isto é a ciência.

Inimizade amistosa contra o Macroidiotismo diabólico Europeu e Norte americano

Inimizade amistosa contra o Macroidiotismo diabólico
Europeu e Norte americano


A proliferação de diversos gurus macroidióticos verificada nos dias actuais nasceu exactamente pela falta de resposta em que a sociedade moderna se encontra. Vivemos numa era de caos generalizado, onde tudo parece funcionar de cabeça para baixo. O criminoso quer se fazer passar por virtuoso, a mulher quer assumir as funções do homem, o homem quer se assemelhar cada vez mais à mulher, o preguiçoso quer se fazer passar por responsável e trabalhador, o desonesto quer fazer prevalecer a sua honestidade, o estado quer assumir as funções da família, o dinheiro quer se substituir a deus, a droga quer ser legalizada panaceia mundial, a anormalidade quer ser legalizada de norma, e desta inversão à escala mundial nem a macrobiótica escapou.
O foco desta desordem caótica reside na confusão entre a principalidade e a complementariedade. A inversão entre a teoria, principal, e a prática complementar. Quando se inverte esta principalidade o problema é muito sério e perigoso. A maioria dos dramas que afligem a humanidade surgem rigorosamente da inversão entre o pensar e o agir, entre o princípio e o fim entre a causa e a consequência. Assim sendo a maioria dos muitos lideres intitulados Macrobióticos, não mais são do que papagaios religiosos muito bem intencionados e sentimentalistas filantropos que pretendem criar um mondo mais justo e harmonioso, sem dúvidas e somente com certezas.
Claro está, que de boas intenções o inferno está cheio. Isto deriva em parte do desconhecimento propositado ou não do que o Professor George Oshawa chamou inicialmente de Principio Único.
Como o Principio Único corresponde a um estilo de pensar diferente do modo habitual, ocidental que está mais relacionado com o estilo oriental, que é por vezes absurdo e paradoxal, e para não serem chamados de orientalistas e pela dificuldade de percepção dos seus princípios mais básicos, estes preferiram ir pelo caminho mais fácil, o de o esquecer e retirar do seu currículo de lideres.
Este assunto é muito sério. Já que o foco dos problemas humanos reside justamente na determinação do principio, a origem de tudo. A origem das doenças, a origem da miséria, a origem da violência. Sem a determinação da origem, o princípio, é impossível saber o fim e muito menos o processo para chegar ao fim.
Todo mundo vive confuso ninguém mais sabe o principio. Questões como quem nasceu primeiro; o ovo ou a galinha? Ainda hoje numa era que se diz super desenvolvida, são o princípio, o ponto de partida para questões mais complexas, como o criacionismo ou o evolucionismo que é a questão primordial, que nem a ciência nem a religião conseguiram até hoje obter resposta. Estas são e serão questões eternas, que somente podem ser resolvidas com uma estrutura de pensar diferente da que foram formuladas. E é exactamente isso que é o princípio Unificador, um princípio capaz de responder a qualquer questão, seja fisica ou metafisica. O problema do pensamento cartesiano é o de pensar que tudo tem de ser resolvido com certezas e respostas concretas, quando a realidade nos mostra que a incerteza é muito mais frutuosa que o dogma da certeza. O principio unificador que é base da ordem da existência humana, é um principio de simplificação.

Seminário de Fevereiro - A MAIORIA É: CEGA,SURDA E MUDA

Você está convidado(a) a participar no próximo Seminário de Ecologia Humana, dia 28 de Fevereiro de 2009, na Quinta da Picota, em Bucelas, a 20 km de Lisboa.

Veja o cartaz para mais detalhes. Clique na imagem, para visualizá-la em tamanho maior. Por favor divulgue aos seus amigos e familiares.



quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Seminário de Janeiro - LIBERDADE,IGUALDADE E FRATERNIDADE DESUMANIZADORA

Você está convidado(a) a participar no próximo Seminário de Ecologia Humana, dia 31 de Janeiro de 2009, na Quinta da Picota, em Bucelas, a 20 km de Lisboa.

Veja o cartaz para mais detalhes. Clique na imagem, para visualizá-la em tamanho maior. Por favor divulgue aos seus amigos e familiares.




Programa

08:00-9.00 - Ginástica regenerativa humana, Ritmoprática(Vídeo)
- Prof.Manuel Moreira


09:00-12.00 - Curso de culinária vitalizadora - Rita Ricardo e Sara Ricardo

09:00-10.00 - Liberdade, igualdade e fraternidade desumanizadora
- Jorge Rebelo


10:00-11.00 Ritmo - A importância estratégica do momento presente
- Carlos Ricardo


11:00-12.00 - O volante Yin-Yang -Para autoconduçao de si
próprio - Prof. Manuel Moreira


12:00-13.00 - Almoço

13:00-13.30 - Foto de grupo

13:30 -14.30 - Nova teoria evolucionária do cancro
Vídeo e debate conjunto (moderador Rui Rato)

15:00 -16.30 - Auto Diagnóstico Ternário
- Manuel Oliveira e Rui Rato


16:30 -17.30 - Os três segredos da alimentação natural
- Rui Rato


17:300-18.30 - Jantar