sexta-feira, 29 de maio de 2015

A LAPADA DE ALADIM - MÍNIMO DE ESTUDO, MÁXIMO DE SABEDORIA



O grande paradoxo do mundo moderno é que a informação disponível é cada vez maior, mas a miséria a doença e a violência cresce muito mais que o conhecimento e a informação.
A realidade é uma só, quanto maior a informação e o conhecimento disponíveis, muito maiores as crises e os problemas humanos. Quanto maior a informação maior é o inferno em que o homem vive.
A que se deve isso?
Á crença que cada fenómeno se rege por leis diferentes. Assim o ser humano vive na crença mais mentirosa alguma vez vista, utópica, catastrófica que a economia, a religião, a filosofia, a química, a politica, a advocacia, a medicina, o amor, a agricultura, a arquitetura, e todo e qualquer ramo do anteconhecimento humano, tem leis diferentes.
É a luta infernal de classes em que os que vivem nas classes superiores destroem a vida dos que vivem nas classes inferiores. Assim os médicos drogam, amputam, cozem e remendam a vitalidade dos seus doentes até a limite de suas forças; os professores, educadores, os média embrutecem, destroem, castram o cérebro dos seus alunos com drogas mentais, certezas mortais, dúvidas insolúveis e problemas sem fim; os juízes roubam a liberdade aos arguidos com leis que nem na selva existem, cada profissional, especialista à sua maneira rouba a alma da sua vítima, o dinheiro, o máximo que pode, tornando cada ser humano vitima da profissão alheia.
É isto que os civilizados chamam de sabedoria, o maior ideal da vida, que não passa da maior ignorância jamais vista, a mais cruel, e desumana.
Eles que não conhecem a lei que pode tornar qualquer um o melhor médico, o melhor juiz, o melhor politico, o melhor professor, o melhor profissional de qualquer profissão, O PRINCIPIO UNIFICADOR, como o mínimo de estudo e o máximo de compreensão, teórica e prática.
Eles que não conhecem o mundo da saúde absoluta, da justiça infinita, la liberdade eterna, apenas conhecem as leis do inferno, a sabedoria do diabo, a justiça da carnificina, e o amor das víboras.