quinta-feira, 27 de março de 2014

UTILIDADE RELATIVA


Pobre útil é muito melhor que rico inútil.
Ignorante útil é muito melhor que inteligente inútil.
Doença útil é muito melhor que saude inutil.
Tristeza útil é muito melhor que felicidade inutil.
Dona de casa útil é muito melhor que doutoramento inútil.
MAU ÚTIL É MUITO MELHOR QUE BOM INUTIL.

quarta-feira, 5 de março de 2014

CONHECIMENTO, IGNORÂNCIA E RECONHECIMENTO



Desde o pré-escolar até à universidade a maioria dos seres humanos procura acumular conhecimento, na sua maioria, paranóico ou esquizofrénico.
Mas a maioria desse conhecimento não passa de conhecimento fatal para si mesmo e para os outros.
Outros menos "afortunados" e sem possibilidade de estudar em universidades acabam vitimas dos que tem mais conhecimento.
Ambos acabam vitimas do conhecimento perigoso, caindo vitimas da doença ou miséria ou violência, ou ambos.
A crença idiótica que existe algo útil para conhecer vêm quase da pré-história.
Mas na realidade não existe nada fundamental, útil para conhcer, mas apenas reconhecer as leis da natureza interna e externa.
E isso pode ser aprendido em meia duzia de horas e praticado a vida inteira, não é necessáario tirar o doutoramento nem o pós doutoramneto, nem pagar proprinas ou derreter a cabeça com estudos inútil.


SOMENTE QUEM RECONHCE AS LEIS DA NATUREZA INTERNA E EXTERNA PODE ESTUDAR EM UNIVERSIDADES OU CONHECER QUALQUER OUTRO TIPO DE CONHECIMENTO SEM SER VITIMA DO CONHECIMENTO FATAL QUE É ENSINADO NAS UNIVERSIDADES.

sábado, 1 de março de 2014

INDIVIDUALISMO FATAL, SOLIDARIEDADE IMPOTENTE E INDIVIDUALIDADE SOLIDÁRIA



A maioria vive num dos dois extremos destrutivos: o individualismo e a solidariedade.
Os ricos e os endinheirados individualistas, em geral vivem como se não precisassem de ninguém pois imaginam que o dinheiro pode comprar a solidariedade , a prova disso é a prostituição gastronómica gourmet, o auto-suicidio médico negociado, e o sentimento castrado das maioria dos individualistas ricos.
Os pobres e endividados em geral vivem como se não tivessem individualidade e mendigam a solidaredade social, que oferece a morte assistida medicamentada, nutrem-se da prostituição gastronómica da marca branca e o sentimento impotente.
Para não ser vitima do individualismo amortecedor e da solidariedade castradora é preciso desenvolver uma personalidade mais integral, menos dependente de lixo e luxo gastronomico, menos dependente da medicina enloquecida e das dorgas anestesiantes, menos dependente de dinheiro que hipoteca a vitalidade psicossomática e para assim poder exercer o seu sentimento individual e solidariamante.