terça-feira, 22 de dezembro de 2009

A medicina ajuda ou atrapalha?

«O médico não é outra coisa senão um portador de consolo e ânimo.»- Petronio

«A medicina é de desejar, mas o médico é de temer».-J. Setanti

«Quanto mais advogados mais longo o processo; quanto mais médicos, mais curto o processo» -M. G. Saphir

«O que vive segundo as prescrições do médico, vive miseravelmente» -R. Burton;

«Se nada puderem saber sobre suas enfermidades, haveria muitos que não ficariam doentes» -Santiago Rusignol

A medicina actual com a sua tendência sintomática, antibiótica (anti-vida) de profissionais negligentes das verdadeiras necessidades individuais e as típicas mutilações, intoxicações, envenenamentos desnecessários e super violentos é uma bruxaria ultra pós moderna, que procura eliminar ou cortar cirurgicamente os sintomas ou a parte doente, uma vez a doença instalada. Porém isso é uma solução retardatária e contraproducente.
Pois quando se cortam as ervas daninhas, elas voltam a rebentar, porém mais fortes.
A medicina funciona como se dum incêndio se tratasse, desligando o alarme (sintoma) para apagar o fogo, deixando a casa (corpo e mente) a arder, ou ainda se quisesse resolver os problemas de trânsito, retirando todos os sinais de trânsito das estradas. Claro que isso iria ser catastrófico, com bichas infindáveis e seria o cúmulo.
Esse pensamento é que faz com que as listas de espera nos hospitais nunca mais tenham fim.
As vacinas não protegem. Numa epidemia de sarampo, 99% das vítimas haviam sido vacinadas.
As radiografias podem ser responsáveis por 8% de todos os diagnósticos de câncer. O diagnóstico mata de medo, vá a três médicos diferentes e cada um dará um parecer diferente.
Não existe prova relacionando um nível elevado de colesterol a doenças coronarianas como reacção de causa e efeito.
Pelo menos 75% de antibióticos são receitados para doenças que não respondem a antibióticos.
A quimioterapia nunca trouxe benefício em cancerosos.
Apenas 10% das histerectomias estão justificadas, se é que isso é justificável.
O risco de doença coronariana aumenta com a terapia de reposição hormonal.
Quase metade dos homens que passaram por cirurgia devido a cancro da próstata ficam impotentes, mas o médico diz que está curado.
O diagnóstico que dá nome e localização para as enfermidades, tal como faz a medicina profissional, é completamente inútil e absolutamente sem valor para a cura se não for corrigida a causa da doença. Do que adiantaria eu rebocar e pintar uma parede húmida, tentando aparentemente remediar o problema se eu não retirar o problema que está a causar a humidade? Infelizmente é justamente isso o que ocorre com a medicina académica.
Com efeito, o exame realizado pelo médico apoia-se na patologia que lhe ensinaram, procura estabelecer o nome da doença e onde se localiza no corpo do paciente. Para isto utiliza-se do laboratório e com a ajuda do microscópio procura descobrir o micróbio causador da enfermidade e examinar tecidos enfermos extraídos do corpo; através de equipamentos procura comprovar lesões do estômago, intestinos e pulmões, cálculos de vesícula, dos rins ou da bexiga, ou constatar actividades do coração e a pressão arterial; com reagentes convencionais examina o sangue para declarar a sua composição; por fim exames de urina, saliva e excrementos ajudam também a classificar a doença, dando o nome científico a ela. Uma vez restabelecido o diagnóstico patológico, o médico prescreve o remédio da moda, hoje antibióticos, vacinas, soros, injecções e drogas para ser ingerido por via oral ou intravenal. Mais frequente ainda é a prescrição de intervenção cirúrgica e aplicação de quimioterapia e radioterapia. Mas na verdade ao enfermo de nada serve saber que a sua pressão arterial é normal, que o exame do seu sangue apresenta três cruzes, que tem úlceras no seu estômago, intestino ou pulmões, que a sua saliva apresenta abundantes bacilos de Koch, que os seus excrementos apresentam micróbio do tipo ou parasitas, que têm cálculos da vesícula, nos rins ou na bexiga urinária, que a sua urina contêm açúcar ou albumina e, por fim, que está tuberculoso, diabético, urêmico, artrítico, reumático, sifilítico, asmático, canceroso ou que é vítima de todas as doenças catalogadas pela patologia. O que o doente realmente necessita é estabelecer a causa e a natureza do desarranjo funcional do organismo para devolvê-lo à saúde, que caracteriza o seu estado normal. O enfermo precisa é normalizar a sua digestão, activar a eliminação de substâncias nocivas, dormir satisfatoriamente, melhorar o seu ânimo, livrar-se do cansaço decorrente da febre, em poucas palavras, desfrutar de bem-estar e alegria de viver. Em outros termos, ao enfermo não interessa sua enfermidade, mas sua saúde. Isso de forma alguma a medicina académica pode favorecer; uma vez que o pobre paciente fica sabendo da sua doença e da impossibilidade do médico em tratar e curá-la com medicamentos, seu estado emocional é cada vez mais baixo, a sua defesa interna é enfraquecida e a sua saúde tende a piorar mais e mais. E não esqueçamos que existem remédios para toda sorte de enfermidade, menos para ter saúde. Não há enfermo sem febre, nem febre sem enfermidade, portanto a maior parte das doenças é resultado de febre interna e a mesma origina-se de uma má alimentação. Para restabelecer a saúde, a lógica é ensinar que as coisas se desfaçam do mesmo modo que são feitas.

«Se queres curar-te, faz o contrário do que existe para adoeceres» -Hipócrates

Se adoecemos por desequilíbrio térmico do corpo, restabelecendo o equilíbrio da temperatura interna e externa, ele voltará a ser saudável. Portanto a saúde do homem depende das temperaturas e não de medicamentos, cirurgias, raio X ou rádio. Fica então explicado porque existem remédios para toda sorte de enfermidades, menos para ter saúde.
Restabelecer a digestão: Assim como não existe enfermo sem febre, tampouco existe enfermo com boa digestão, porque esse processo, antes de tudo, depende da temperatura do tubo digestivo. O objectivo é: curar não, mas sim normalizar, buscando o equilíbrio térmico do corpo. É preciso pois restabelecer a digestão de todo o doente, porque do bom funcionamento desta, depende a qualidade do sangue, e juntamente com o ar puro ela é o agente da saúde do corpo. Sem dúvida podemos afirmar que as perturbações da digestão são a causa de todas as enfermidades, e regulando a digestão as mãos e os pés se aquecem e a cabeça se refresca.

Confirmando o Provérbio popular: «Pés quentes, cabeça fria, cu aberto, boa urina e merda para a medicina».

O progresso da medicina e o retrocesso da saúde

O progresso da medicina e o retrocesso da saúde

«O que sabemos é uma gota, o que ignoramos é um oceano.»-Isaac Newton

Ficamos maravilhados e estupefactos com o estrondoso progresso tecnológico, com a descoberta do genoma humano, com o desenvolvimento extraordinário da medicina alopática moderna, que a cada instante nos surpreende com as suas técnicas de diagnóstico ultracomputorizadas, com suas cirurgias monitorizadas por computador e com o vasto leque de avançadas técnicas de combate, evasão e erradicação de qualquer sintoma ou vestígio de doença, mas cada vez nos conhecemos menos a nós próprios. Toda a gente sabe o que é um vírus, o que é um tumor, o que é o que são vitaminas, proteínas, etc. ,mas poucos sabem o que é a saúde, como consegui-la e mantê-la, apesar da enorme literatura disponível. Simultaneamente a esse avanço tecnológico desenfreado, vem crescendo o número e a diversidade de doenças, e cada vez mais graves e sem solução à vista. O paradoxo humano é um só: quanto maiores e mais complexos são os sistemas de saúde, mais problemáticas e mais difíceis de curar são as doenças que nos ameaçam.
A ciência médica fez tanto progresso nas últimas décadas que, hoje, praticamente, não existe mais nenhuma pessoa normal.
Precisamos pois de desenvolver princípios simplificadores, efectivos e auto-suficientes para resolver estes e outros dramas que nos afligem. Estamos a perder cada vez mais a nossa bússola para a saúde e não dispomos de reservas físicas, nem mentais para enfrentar, a luta pela continuação da espécie humana. Como resultado desse estado degenerativo é que adoptamos modos de vida ora esforçados ora relaxados, perdendo o protagonismo da vida, passando de sujeitos activos a vítimas passivas. Passamos metade da vida esforçados a ganhar dinheiro, e outra metade relaxados e anestesiados para tentar resolver os problemas da primeira metade. Deixamos de ser influentes sobre o nosso próprio processo de vida individual e solidário. Somos alheios ao nosso destino. Cabe-nos pois encontrar uma solução, em que fazendo um mínimo de esforço podemos obter o máximo de resultados, inclusive nas doenças chamadas de “incuráveis”. Prermitindo antecipadamente a correcção do nosso destino fisiológico, curando a doença antes de esta se manifestar.E o foco é a cozinha, a doença cura-se na cozinha, não no hospital, principalmnte doenças crónicas. Esta é a verdadeira arte terapêutica, que precisa fazer parte da cultura familiar, saúde é um dever familiar e não um direito evasivo profissional das classes médicas, alternativistas, elitistas ou exclusivistas e arrogantes. Sem o resgate da medicina familiar estamos liquidados seja ela natural ou quimica.

O progresso da medicina e o retrocesso da saúde

O progresso da medicina e o retrocesso da saúde

«O que sabemos é uma gota, o que ignoramos é um oceano.»-Isaac Newton

Ficamos maravilhados e estupefactos com o estrondoso progresso tecnológico, com a des¬coberta do genoma humano, com o desenvol¬vimento extraordinário da medicina alopá¬tica moderna, que a cada instante nos sur¬preende com as suas técnicas de diagnóstico ultracomputorizadas, com suas cirurgias monitorizadas por computador e com o vasto leque de avançadas técnicas de combate, evasão e erradicação de qualquer sintoma ou vestígio de doença, mas cada vez nos conhe¬cemos menos a nós próprios. Toda a gente sabe o que é um vírus, o que é um tumor, o que é o que são vitaminas, proteínas, etc. Mas poucos sabem o que é a saúde, como consegui-la e mantê-la, apesar da enorme literatura disponível. Simultaneamente a esse avanço tecnológico desenfreado, vem crescendo o número e a diversidade de doen¬ças, e cada vez mais graves e sem solução à vista. O paradoxo humano é um só: quanto maiores e mais complexos são os sistemas de saúde, mais problemáticas e mais difíceis de curar são as doenças que nos ameaçam.
A ciência médica fez tanto progresso nas últimas décadas que, hoje, praticamente, não existe mais nenhuma pessoa normal.
Precisamos pois de desenvolver princípios simplificadores, efectivos e auto-suficiente para resolver estes e outros dramas que nos afligem. Estamos a perder cada vez mais a nossa bússola para a saúde e não dispomos de reservas físicas, nem mentais para enfren¬tar, a luta pela continuação da espécie humana. Como resultado desse estado dege¬nerativo é que adoptamos modos de vida ora esforçados ora relaxados, perdendo o prota¬gonismo da vida, passando de sujeitos activos a vítimas passivas. Passamos metade da vida esforçados a ganhar dinheiro, e outra metade relaxados e anestesiados para tentar resolver os problemas da primeira metade. Deixamos de ser influentes sobre o nosso próprio pro¬cesso de vida individual e solidário. Somos alheios ao nosso destino. Cabe-nos pois encontrar uma solução, em que fazendo um mínimo de esforço podemos obter o máximo de resultados, inclusive nas doenças chama¬das de “incuráveis”. (Tudo o que têm um prin¬cípio, têm um fim, princípio e fim são anta¬gónicos); «Não há mal que sempre dure, nem bem que nunca acabe». Per¬mitindo antecipadamente a correcção do nosso destino fisiológico, curando a doença antes desta se manifestar. Esta e a verdadeira arte terapêutica, que precisa fazer parte da cultura familiar, (saúde é um dever familiar e não um direito evasivo profissional) e não apenas de classes médicas, religiosas, alter¬nativistas, elitistas ou exclusivistas e arro¬gantes.
A medicina ajuda ou atrapalha?
«O médico não é outra coisa senão um portador de consolo e ânimo.»- Petronio; «A medicina é de desejar, mas o médico é de temer».-J. Setanti ; «Quanto mais advogados mais longo o processo; quanto mais médicos, mais curto o processo» -M. G. Saphir ; «O que vive segundo as prescrições do médico, vive miseravelmente» -R. Burton; «Se nada puderem saber sobre suas enfermidades, haveria muitos que não ficariam doentes» -Santiago Rusignol
A medicina actual com a sua tendência sin¬tomática, antibiótica (anti-vida) de profissio¬nais negligentes das verdadeiras necessida¬des individuais e as típicas mutilações, into¬xicações, envenenamentos desnecessários e super violentos é uma bruxaria ultra pós moderna, que procura eliminar ou cortar cirurgicamente os sintomas ou a parte doente, uma vez a doença instalada. Porém isso é uma solução retardatária e contrapro¬ducente.
Pois quando se cortam as ervas daninhas, elas voltam a rebentar, porém mais fortes.
A medicina funciona como se dum incêndio se tratasse, desligando o alarme (sintoma) para apagar o fogo, deixando a casa (corpo e mente) a arder, ou ainda se quisesse resolver os problemas de trânsito, retirando todos os sinais de trânsito das estradas. Claro que isso iria ser catastrófico, com bichas infindáveis e seria o cúmulo.
Esse pensamento é que faz com que as listas de espera nos hospitais nunca mais tenham fim.
As vacinas não protegem. Em uma epidemia de sarampo, 99% das vítimas haviam sido vacinadas.
As radiografias podem ser responsáveis por 8% de todos os diagnósticos de câncer. O diagnóstico mata de medo, vá a três médicos diferentes e cada um dará um parecer diferente.
Não existe prova relacionando um nível ele¬vado de colesterol a doenças coronarianas como reacção de causa e efeito.
Pelo menos 75% de antibióticos são receita¬dos para doenças que não respondem a anti¬bióticos.
A quimioterapia nunca trouxe benefício em cancerosos.
Apenas 10% das histerectomias estão justifi¬cadas, se é que isso é justificável.
O risco de doença coronariana aumenta com a terapia de reposição hormonal.
Quase metade dos homens que passaram por cirurgia devido a câncer da próstata ficam impotentes, mas o médico diz que está curado.
O diagnóstico que dá nome e localização para as enfermidades, tal como faz a medicina profissional, é completamente inútil e abso¬lutamente sem valor para a cura se não for corrigida a causa da doença. Para que adian¬taria eu rebocar e pintar uma parede húmida, tentando aparentemente remediar o pro¬blema se eu não retirar o vazamento que está causando a humidade? Infelizmente é justa¬mente isso o que ocorre com a medicina aca¬démica.
Com efeito, o exame realizado pelo médico se apoia na patologia que lhe ensinaram, pro¬cura estabelecer o nome da doença e onde se localiza no corpo do paciente. Para isto uti¬liza-se do laboratório e com a ajuda do microscópio procura descobrir o micróbio causador da enfermidade e examinar tecidos enfermos extraídos do corpo; através de equipamentos procura comprovar lesões do estômago, intestinos e pulmões, cálculos de vesícula, dos rins ou da bexiga, ou constatar actividades do coração e a pressão arterial; com reagentes convencionais examina o san¬gue para declarar sua composição; por fim exames de urina, saliva e excrementos aju¬dam também a classificar a doença, dando o nome científico a ela. Uma vez restabelecido o diagnóstico patológico, o médico prescreve o remédio da moda, hoje antibióticos, vaci¬nas, soros, injecções e drogas para ser inge¬rido por via oral ou intravenal. Mais fre¬quente ainda é a prescrição de intervenção cirúrgica e aplicação de quimioterapia e radioterapia. Mas na verdade ao enfermo de nada serve saber que sua pressão arterial é normal, que o exame de seu sangue apresenta três cruzes, que tem úlceras em seu estô¬mago, intestino ou pulmões, que sua saliva apresenta abundantes bacilos de Koch, que seus excrementos apresentam micróbio do tipo ou parasitas, que têm cálculos da vesí¬cula, nos rins ou na bexiga urinária, que sua urina contêm açúcar ou albumina e, por fim, que está tuberculoso, diabético, urêmico, artrítico, reumático, sifilítico, asmático, can¬ceroso ou que é vítima de todas as doenças catalogadas pela patologia. O que o doente realmente necessita é estabelecer a causa e a natureza do desarranjo funcional do orga¬nismo para devolvê-lo a saúde, que caracte¬riza seu estado normal. O enfermo preciso comer com vontade e normalizar sua diges¬tão, activar a eliminação de substâncias noci¬vas, dormir satisfatoriamente, melhorar seu ânimo, livrar-se do cansaço decorrente da febre, em poucas palavras, desfrutar de bem-estar e alegria de viver. Em outros termos, ao enfermo não interessa sua enfermidade, mas sua saúde. Isso de forma alguma a medicina académica pode favorecer; uma vez que o pobre paciente fica sabendo de sua doença e da impossibilidade do médico em tratar e curá-la com medicamentos, seu estado emo¬cional é cada vez mais baixo, sua defesa interna é enfraquecida e sua saúde tende a piorar mais e mais. E não esqueçamos que existem remédios para toda sorte de enfer¬midade, menos para ter saúde. Não há enfermo sem febre, nem febre sem enfermi¬dade, portanto a maior parte das doenças é resultado de febre interna e a mesma origina-se de uma má alimentação. Para restabelecer a saúde a lógica ensinar que as coisas se des¬façam do mesmo modo que são feitas.
«Se queres curar-te, faz o contrário do que existe para adoeceres» -Hipócrates
Se adoecemos por desequilíbrio térmico do corpo, restabelecendo o equilíbrio da tempe¬ratura interna e externa, ele voltará a ser saudável. Portanto a saúde do homem depende das temperaturas e não de medica¬mentos, cirurgias, raio X ou rádio. Fica então explicado porque existem remédios para toda sorte de enfermidades, menos para ter saúde.
Restabelecer a digestão: Assim como não existe enfermo sem febre, tampouco existe enfermo com boa digestão, porque esse pro¬cesso, antes de tudo, depende da temperatura do tubo digestivo. O objectivo é: curar não, mas sim normalizar, buscando o equilíbrio térmico do corpo. É preciso pois restabelecer a digestão de todo doente, porque do bom funcionamento desta, depende a qualidade do sangue, e juntamente com o ar puro ela é o agente da saúde do corpo. Sem dúvida pode¬mos afirmar que as perturbações da digestão são a causa de todas as enfermidades, e regulando a digestão as mãos e os pés se aquecem e a cabeça se refresca. Confirmando o Provérbio popular: «Pés quentes, cabeça fria, cu aberto, boa urina e merda para a medicina».

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Diagnóstico facial

Se a cabeça e o corpo fossem estruturados exactamente da mesma forma e tamanho, o que quer que estivesse numa região deveria estar repetida na outra como num espelho. O que quer que esteja presente na região superior, cabeça, existe na região inferior, corpo, em forma expandida; o que quer que esteja presente no corpo, em forma expandida existe na cabeça numa forma compacta.

1. Órgãos Reprodutores. Estes órgãos localizam-se na parte inferior do corpo, logo manifestam-se na cabeça na parte mais superior, o cabelo. Se o cabelo está espigado, encaracolado, branco a actividade sexual está em declínio. A mulher deveria ter filhos antes de o cabelo ficar branco. Cabelo fino e que se quebra facilmente também mostra fraca vitalidade sexual e geral. O cabelo deve ser forte e sem partir facilmente. Queda abundante de cabelo revela debilidade das funções reprodutivas e circulatórias. O cabelo espigado é o primeiro sintoma de divórcio.
A causa é o consumo excessivo de açúcar, fruta, sumos, e outros produtos muito yin.

2. Intestino Grosso. Este órgão localiza-se na região inferior do corpo e aparecem na parte superior da cabeça, particularmente na região periférica, na testa. Rugas, borbulhas, saliências, mudança de cor, sinais, etc., indicam o estado do intestino grosso. Rugas horizontais profundas na testa revelam prisão de ventre crónica.

3. Fígado. Reflecte-se entre as sobrancelhas. Duas rugas verticais entre as sobrancelhas profundas e compridas, reflectem uma acumulação de gorduras no fígado, revela uma personalidade muito tensa, irritada, mau humor, com maus fígados, cinismo e com tendência a morrer prematuramente, causado principalmente pela ingestão de produtos animais, sal, e excesso de alimentação. Quanto mais profundas e compridas forem as rugas pior o estado do fígado e da vesícula biliar. É particularmente preciso ter cuidado com o fígado quando essa zona, além das rugas se apresenta vermelha, nesse caso o fígado está em muito mau estado. É ainda mais grave se for na mulher, revela além de fígado tenso, yang, masculinidade e problemas nos órgãos sexuais. Estas linhas verticais são conhecidas como um sinal de irritabilidade, raiva, cabeça dura (Kan-Shaku, japonês), são escritas com dois caracteres e significam problemas no fígado. Zanga em Japonês (dor no fígado).KAN=FÍGADO=CANCRO=ZANGA.
Uma única ruga (agulha suspensa) que aparece entre as sobrancelhas augura mau presságio. Estas pessoas costumam ter inimigos poderosos. É uma marca de uma pessoa decidida, ambiciosa e egoista. As suas relações pessoais são pouco satisfatórias. Não constitui portanto surpresa de saber que aqueles que atingem posições elevadas na vida pelo próprio esforço, tenham uma única ruga vertical entre as sobrancelhas. Esta linha representa uma ameaça constante na forma de perigos pessoais, ou problemas no matrimónio que pode acabar em divórcio. Esta linha impede o progresso na vida. Se for muito profunda (enforcamento pela lâmina), indica provavelmente que o seu pai era demasiado raivoso, rigorosa, agressivo, dominante e sem afectos.
Esta linha denota extrema raiva, frustração e impaciência e tendência ao cancro, uma morte prematura e violenta.
Três rugas irregulares nesta zona denuncia grande desequilíbrio alimentar, alcoolismo, se forem muito profundas podem denunciar risco de acidentes e obsessão, problemas mentais e tendências criminosas.
Duas rugas irregulares, augura perigo no futuro, quanto mais profundas pior.
Uma cor esverdeada difusa ou azul na zona do fígado pode revelar uma condição cancerosa do fígado. Uma cor vermelha, revela fígado dilatado e hiperactivo, enquanto borbulhas persistentes revelam depósitos de gorduras no fígado e formação de pedras na vesícula biliar e também stress mental. Manchas brancas ou amarelas indicam a formação de quistos ou tumor no fígado, ou de pedras na vesícula. Quando pensamos em fígado devemos pensar em olhos e cabeça, as pessoas que tem problemas de fígado estão mal da cabeça e tem tendência a ter dor de cabeça e problemas oculares.

4. Pâncreas. A parte superior do nariz revela a condição do pâncreas. Rugas horizontais aparecem devido ao consumo excessivo de galinha, ovos, sal, etc., indica tendência à hipoglicemia, uma cor vermelha indica a possibilidade de diabetes, uma cor esverdeada difusa ou azul nessa área pode revelar uma condição cancerosa.

5. Rins. Os olhos representam os rins, assim como o estado dos órgãos reprodutivos do homem e mulher. Os olhos também revelam: o olho esquerdo representa o estado do baço/pâncreas e o direito o fígado. Os rins são um par de órgãos que se localiza na zona central das costas, logo se aparecem na zona central da cara, correspondem aos órgãos da cara que são pares, orelhas e olhos. As orelhas revelam a nossa constituição básica e herdada. Os rins reflectem-se na zona onde surgem as olheiras. Olheiras azul-escuro mostram rins cansados, perturbações no sono e falta de vitalidade geral, quer seja por excesso de actividade física, sexual, excesso de tempo em pé, excesso de sal, líquidos, noitadas, etc. Revela também disfunção circulatória com hipo ou hipertensão, problemas genitais, medo, tendência a problemas de audição, ossos, cabelos e dores lombares, indica também a tendência a formação de pedras nos rins devido à acumulação de muco e gorduras. Uma coloração vermelha ou roxa mostra estagnação renal, correspondendo a roxa a um estado mais agudo que a vermelha. Papos aquosos, moles mostram também que a vitalidade sexual está a diminuir, causados por excesso de sal e líquidos, bolsas densas e sólidas, indicam que há acumulação de gordura e mucosidade, nas trompas de falópio, ovários e útero, e em torno da próstata, pode ocorrer corrimento vaginal na mulher. Pequenos quistos brancos ou amarelos na pálpebra abaixo dos olhos, indica pedra nos rins. Jacto urinário forte denota bons rins e boa capacidade sexual e circulatória. O canto interno do olho revela a condição das supra-renais, se a zona estiver muito escura, indica hiperactividade das glândulas supra-renais, nervosismo e tensão com excesso de produção de adrenalina.
Inchaço abaixo dos olhos indica cálculos nos rins e às vezes na bexiga ou estagnação de sangue. Inchaço na pálpebra superior indica pedra na vesícula biliar, quando a pedra sai o inchaço desaparece.

6. Estômago. Este órgão localiza-se na parte central do corpo, por isso revela-se na zona central do nariz. Uma coloração azul nesta zona mostra uma condição pré-mortal, uma cor vermelha indica hipoglicemia, uma coloração castanha ou cinzenta indica uma doença grave.

7. Brônquios. Reflectem-se nas narinas. Quando os brônquios estão doentes, aparecem sinais de aviso como mudança de cor, borbulhas, etc. Uma cor yang, vermelha, revela uma condição yin, brônquios expandidos, possivelmente por excesso de líquidos, fruta, gorduras, doces, etc. Borbulhas e inchaço nas narinas revelam acumulação de muco e gordura nos brônquios. Vasos dilatados no nariz revelam tendência a derrame cerebral e expansão dos brônquios. Narinas bem bem abertas indicam boa oxigenação cerebral, boa acuidade mental, tendência a ser líder nos homens, na mulher e revela masculinização.

8. Intestinos. A boca revela a condição do sistema digestivo no seu todo. O Lábio inferior mostra a condição do intestino, na parte mais interna o intestino delgado e na parte mais periférica o intestino grosso.

9. Órgãos Reprodutores. Toda a zona à volta da boca, mostra a zona à volta do ânus. Revela a condição dos órgãos reprodutores masculinos e femininos. Esta zona deveria ser limpa, clara e sem qualquer coloração anormal, inchaço, espinhas, etc. Espinhas ao redor da boca indica que há mucosidade e depósitos de gordura ao redor dos órgãos sexuais, e consequentemente a energia sexual está enfraquecida. Uma coloração vermelha, inchada, dura e queixo duplo, indica problemas e dilatação na próstata ou nos órgãos reprodutores femininos.
Queixo duplo na mulher indica mioma no útero. Uma cor yang, vermelha, revela uma condição yin, possivelmente por excesso de lacticínios, fruta, gorduras, doces, líquidos, etc. Uma cor esverdeada difusa ou azul nessa área pode revelar uma condição pré-cancerosa ou cancerosa. Uma ruga horizontal entre o nariz e a boca revela tendência à esterilidade feminina e masculina, órgãos sexuais expandidos e possível doença nos orgãos reprodutores. Indica ainda desordens menstruais, como dores pré menstruais, cuja causa principal são os produtos animais, particularmente lacticínios. Uma mulher com esta ruga não deveria ingerir produtos animais e deveria diminuir a quantidade de sal durante apenas 3 a 4 meses e a dores menstruais desapareceriam muito facilmente. Rugas verticais, yin, revelam excesso de ingestão de alimentos yang, indicam órgãos sexuais bloqueados e masculinização das funções reprodutoras na mulher, normalmente aparece em pessoas mais idosas e indica falta de estrógenio. Se a área entre o nariz e a boca é inchada e arredondada, isso revela que existem demasiados mucos no estômago, fígado e pâncreas. Quanto maior a distância entre a boca e o nariz, melhor a constituição da pessoa assim como a dos seus órgãos sexuais. A boca aberta mostra o esfíncter anal expandido e relaxado.
Um queixo com cova revela uma constituição yang e um forte desejo sexual, típico das pessoas que gostam de sexo.
Um queixo pontudo é yin, e é um sinal de infortúnio.

10. Bexiga. A bexiga manifesta-se na parte mais superior da testa. Uma pessoa que bebe muitos líquidos, além de urinar muito vai consequentemente transpirar na testa e ter rugas horizontais.

11. Intestino Delgado. Este órgão localiza-se na região inferior do corpo e aparecem na parte superior da cabeça, particularmente em toda a região frontal. Rugas, borbulhas, saliências, mudança de cor, sinais, indicam o funcionamento da função do intestino delgado.

12. Baço. A parte superior interna da cana do nariz revela a condição do baço e do sistema linfático, uma cor azulada significa que o sistema linfático está sobrecarregado por excesso de alimentos yin, nomeadamente açúcar. Quistos nas pálpebras revelam pedras na vesícula biliar. O espaço entre a pálpebra superior e a sobrancelha quando apresenta pequenos quistos, revela colesterol alto. Pálpebras vermelhas indicam inflamação dos órgãos genitais.

13. Baço. A zona das têmporas revela a condição do baço e do sistema linfático, uma cor azul mostra o sistema linfático cansado por excesso de alimentação muito yin, particularmente por açúcar.

14. Intestino Grosso. A zona logo a seguir às olheiras revela a condição do intestino grosso. Borbulhas revelam depósitos de mucos e gorduras no intestino grosso. Se existirem vasos capilares dilatados mostra intestino dilatado, se esta zona for avermelhada demonstra hiperactividade.

15. Pulmões. Reflectem-se nas bochechas. Quando os pulmões estão doentes, aparecem sinais de aviso como mudança de cor, borbulhas, pontos etc. Uma cor yang, vermelha, revela uma condição yin, alvéolos pulmonares expandidos, possivelmente por excesso de líquidos, fruta, gorduras, doces, etc. Borbulhas na face revelam acumulação de muco e gordura nos pulmões e também possivelmente nos ovários. Face cadavérica pode revelar tuberculose pulmonar, ou cancro pulmonar. Uma mancha de cor esverdeada difusa ou azul nessa área pode revelar uma condição cancerosa. Bochechas firmes e bem desenvolvidas e arredondadas, sem manchas ou rugas mostra bons pulmões, bochechas magras revela desnutrição e capacidade pulmonar deficiente. Pontos pretos nas bochechas podem revelar formação de quistos ou tumores.

16. Coração. Reflecte-se na ponta do nariz. Um nariz inchado e duro tipo bola revela um coração inchado, tendência a enfarte, demonstra que a zona à volta do coração tem depósitos de gordura. Nariz vermelho revela hipertensão. Capilares vermelhos na ponta do nariz também revelam hipertensão. Capilares roxos na ponta do nariz revela hipotensão.
Nariz com fenda na extremidade, indica tendência a arritmias cardíacas, à impotência e esquizofrenia, indica também que a pessoa se cansa facilmente.
Borbulhas ou espinhas na ponta do nariz revelam acumulação de muco e gordura à volta do coração.

17. Estômago. O lábio superior revela a condição do estômago.

18. Duodeno. Os cantos do lábio revelam a condição do duodeno.




Nova prespectiva sobre a herditariedade

Nova prespectiva sobre a herditariedade

Segundo a teoria dos cromossomas, o sexo do homem é determinado na altura da concepção. Será isto verdade? Se não são os cromossomas que determinam o sexo, então o que é? Qual é o elemento que decide o sexo? Como poderemos fazer uma criança do sexo que queremos?
Nos animais inferiores, o sexo é transformável, em macho ou fêmea segundo a sua nutrição e maturidade.

1º Durante os primeiros meses após a fecundação o feto não tem sexo. O sexo masculino é determinado mais cedo, yang, já o sexo feminino é determinado mais tarde, yin.

2º Uma espécie de goraz preto é macho quando o seu tamanho é menor que 6cm, yang. Aumentando mais de 6cm, eles se tornam neutro e os que tem mais de 20 cm, yin tornam-se fêmeas pela primeira vez.

3º As ostras são neutras no inverno, é na primavera que o sexo se decide. As que foram bem nutridas, yang, transforma-se em fêmeas, yin, as que foram mal nutridas, yin, em machos, yang.

4º A diferença entre a rainha das abelhas e as abelhas obreiras neutras provem do que comeram na infância. As que comeram “geleia real” na infância (alimento rico), yang transforma-se em fêmeas, yin.

5º Quando damos alimentos de origem animal, yang, às galinhas põem ovos fêmea, yin.

6 º Quando o bicho-da-seda é fecundado à temperatura de 20 graus, yang, os ovos são fêmea, yin, e quando são fecundados abaixo de 12graus, yin, são machos, yang.

O exposto acima nos permite raciocinar sobre a decisão do sexo:

1º A alimentação é um elemento importante na decisão do sexo.

2º Do ponto de vista fisiológico a fêmea é mais desenvolvida que o macho.

3º Uma nutrição mais rica, Yang, produz fêmeas, yin e uma nutrição mais carenciada, yin, produz machos, yang.

4º A temperatura é também um elemento decisivo na formação do sexo. Os animais tem uma tendência a ser fêmeas, yin, em temperaturas altas, yang.

5º As fêmeas são produzidas por uma condição mais yang (nutrição mais rica, calorias, e temperatura alta), os machos por uma condição mais yin (nutrição mais pobre, e baixas temperaturas).

A teoria dos cromossomas é estática: a hereditariedade.

Ainda não conhecemos o que é a hereditariedade, mas segundo o princípio unificador, é a nutrição que decide e muda este factor primordial. O sexo depende da nutrição antes e depois da fecundação. Se os pais comem produtos ricos em proteínas animais terão mais filhas, os pais vegetarianos que se nutrem mais pobremente terão mais filhos. É evidente que o clima também influi bastante. Os esquimós que só comem carne, tem mais rapazes. Isto porque o frio, yin, do clima, contrabalança a nutrição carnívora, yang.
Todavia é bem conhecido que junto ao mar, que se come mais proteínas animais, nascem mais filhas, e na montanha, nascem mais rapazes. Numa pequena ilha no Japão que se chama: ”A ilha protegida pelas mulheres”, não tem cereais, nem legumes, e não nascem senão filhas. Nos pés dos Himalaias uma mulher casa-se com 4 a 5 homens de preferência irmãos. Nas classes mais ricas nascem mais filhas, enquanto nas classes mais pobres, nascem mais filhos. É muito divertido saber que condições yang, produzem filhas, yin, e condições yin produzem filhos, yang.
Isto é porque a mulher, é no fundo yang, porque elimina todos os meses o seu yang. Yang repele yang. Ela é yin na aparência. O homem é yang na aparência mas no fundo é yin. A mulher é doce na aparência, mas egocêntrica no seu fundo. O homem é brutal, yang mas no fundo e romântico, yin.

A um provérbio japonês diz: “Se a mulher é dominante nasce um rapaz”. Para nascer um filho, yang a mulher deveria se nutrir 6 meses antes e depois da fecundação de um regime vegetariano, yin.
Numa família que se nutre equilibradamente deveríamos ter filho e filha alternadamente, yin, yang, yin, yang.

A carne aquece a cabeça

A carne aquece a cabeça

Ao comer carne podemos perceber o calor nas mãos, pés e cabeça. Por esta razão as pessoas que comem carne podem facilmente ter febre elevada. Em especial sabe-se que o consumo de carne de aves domésticas produz calor, muitos a comem no Inverno. A carne de aves pode produzir febres mais elevadas que a carne de mamíferos. A temperatura média de uma ave é de 41ºC, vários graus mais alta que a temperatura dos mamíferos. Um peixe tem a temperatura mais baixa, por tanto é menos provável que o seu consumo produza febre. Se um vegetariano tem febre, esta em geral não passará dos 38º, ou 39ºC. O carnívoro graças à sua temperatura corporal, tende a ser mais activo, ruidoso, fazendo tarefas físicas e mudando de lugar frequentemente. A pessoa que comem muita carne e não são fisicamente activa, concentram toxinas muito rapidamente convidando as doenças. Os carnívoros tendem a ter a cabeça mais quente que o normal, o que os impede de raciocinar adequadamente, agindo mais instintivamente como os animais, mostrando emoções extremas como ira, tristeza, risos, gritos, raiva e agressão.
Já os vegetarianos tem temperaturas mais baixas e tendem a ser mais passivos e tranquilos, mudando menos frequentemente de lugar. Por outro lado o consumo excessivo de vegetais pode produzir tristeza e preocupação.
A dieta vegetariana favorece o pensamento, a leitura, escrita e meditação. Alguns exemplos notáveis são Pitágoras, Platão, Jean Jacques Rosseau, Einstein, Leo tostoi, e outros numerosos escritores e filósofos.
Reconheceu-se universalmente que as faculdades especiais do ser humano se encontram na parte superior do corpo, como mostra a esfinge do Egipto. A carne torna a parte inferior do corpo, sexualidade, hiperactiva, e enfraquece as faculdades mentais. A carne é particularmente nefasta para as belas mulheres que até aos 25, 30 anos são esbeltas e depois envelhecem precocemente e tornam-se desactractivas e grosseiras.

As proteínas,a maior superstição do século XX

A maior superstição do século XX
as proteínas

A ciência moderna cometeu inumeráveis erros. Um desses erros é o conceito sobre as proteínas, que diz:” As células do nosso corpo são constituídas de proteínas”. Então é necessário ingerir proteínas em abundância, sobretudo proteínas de boa qualidade. O homem moderno que está muito ocupado para ter tempo para reflectir, foi enganado por esta lógica simplista.
Se esta lógica é verdadeira, o homem deveria comer proteínas de galinha mais do que de peixe, de vaca, mais do que de galinha, de macaco, mais do que de porco, e por fim, o melhor seria comer proteínas do próprio homem. Assim a melhor alimentação para o macaco seria o próprio macaco, e para os bezerros a vaca. Se esta fosse a ordem de alimentação do mundo, este extinguir-se-ia rapidamente.
Este conceito de higiene moderna, não é mais que uma lógica morta.
Este erro da higiene alimentar provém da concepção mecânica da ciência, que omite sempre os fenómenos vivos.
Segundo a ciência, a digestão não é mais que uma simples “transformação de alimentos no aparelho digestivo” (Larousse).
Mas a digestão não é a simples dissolução e absorção de alimentos, mas sim um processo muito mais criativo e transmutativo. Dentro dos órgãos digestivos, as novas substâncias que não estão presentes nos alimentos, são produzidas sem cessar: tais como proteínas, vitaminas, etc.
Os nossos órgãos digestivos são fábricas de transmutação. Por exemplo as vacas comem ervas. Estas ervas são digeridas no ventre da vaca e transformam-se em proteínas animais do próprio corpo e em diversas substâncias que não se encontravam nas ervas. A carne de vitelo não se encontra nas ervas, mas ela foi sintetizada a partir de hidratos de carbono. No homem é semelhante. Ele produz, sintetiza e cria todas as vitaminas, proteínas e outras matérias necessárias e ideias através do que come. Antes destes últimos anos o homem nutria-se principalmente de alimentos vegetais, até que um fisiologista alemão, o Dr. Voigt, começou a sua nova teoria higiénica que exige 80gr. A 120gr de proteínas diárias. Os verdadeiros monges Zen não comiam nenhuma proteína animal, nem mesmo um ovo, nem leite, desde à milhares de anos, eram felizes e atingiam o Satori. Assim era feita a cozinha nos mosteiros Zen. Todos estes vegetarianos extraordinários usavam os seus estômagos e intestinos como incríveis fábricas de transmutação. O homem moderno, carnívoro explora a digestão das vacas e como resultado degenera, adoece e enfraquece cada vez mais.
Um dos animais predominantemente carnívoro é o lobo. Se nos alimentarmos essencialmente de carne regressaremos ao estágio do lobo. O que nos diferencia das outras espécies de animais é a nossa consciência de evolução. Nós somos um animal superior, e por isso não deveríamos comer os nossos irmãos, animais inferiores. Se dentro da vossa família vocês tiverem um irmão mais novo, vocês não o comem porque é inferior. Se comemos carne ficaremos com os instintos selvagens das espécies que comemos, uma vez galinha, outra vaca, outra cabrito, outra peixe e raramente humanos. Por isso as pessoas gostam cada vez mais de animais (os seus irmãos) e menos de humanos. A carne tende a produzir pessoas fanáticas, sem aceitar o ponto de vista dos outros o que os conduz às guerras e revoluções.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

A fisiognomia da mulher normal segundo o Prof. George Ohsawa

A Fisiognomia da Mulher normal

Segundo o princípio unificador a mulher é yin.

Condições biológicas adequadas:

1) Do ponto de vista biológico a mulher ao contrário do homem deve ter a pele muito suave como a seda.

2) Figura longa, oval, sobrancelhas finas e distantes uma da outra, olhos pequenos e redondos como o berlinde, olhos negros, o branco dos olhos como o marfim, um nariz como um tomate, arrebitado, ou achatado está fora de questão.

3) Orelhas grandes e coladas à cabeça, o lóbulo da orelha grande e solto (os lóbulos que não estão soltos, dão maus frutos durante 60 anos).

4) A parte entre o nariz e a boca é longa, profunda e larga (a mulher que tiver uma ruga horizontal não se deve escolher como esposa, os órgãos sexuais estão muito fracos e provavelmente é estéril). Não deve ter bigode (a mulher que tem bigode discute e combate sempre com o marido durante toda a vida). Os ovários e o útero estão anormais, em vez de hormonas femininas produz hormonas masculinas.

5) As mulheres que te pêlos nas pernas e braços (mais grave) não são aceitáveis (ovários masculinizados). A mulher que tem pêlos em toda a zona inferior ou sobre as costas dos dedos não é de todo aceitável.

6) As pernas duras e finas como os antílopes, sem serem gordas (pernas gordas indicam falta de paciência).

7) A menstruação vem sempre no 28º dia e acaba completamente em 3 dias (menstruação irregular ou sem menstruação é de refutar). A menstruação torna a mulher mais yin. A menstruação é a eliminação de yang. A falta de menstruação é yang. A menstruação deve ser mais próximo da lua nova, yin.

8) Mais irmãs que irmãos, ou filha única são negligentes.

9) A mulher que nasceu de cesariana é de recusar.

10) A que nasceu nos meses yin, a partir de Outubro até 3 de Março é preferível.


Condições psicológicas e sociais:

1) Calma. Aquela que ama a leitura, pintura, música e escrever.

2) A que come e bebe muito não é aceitável.

3) Aquela que não se zanga, não contra-ataca, não acusa e não protesta.

4) A que não faz barulho e que é rápida e elegante como uma truta pequena.

5) A que gosta da cozinha, limpezas, lava e cuida da roupa e gosta da ordem.

6) Simples como o crisântemo branco.

7) Aquela que é paciente e que aceita tudo voluntariamente, que gosta mais das dificuldades que das facilidades.

8) Não mentir, aquela que tem medo mente.

9) Aquela que aceita ideias novas, pessoas novas e novas técnicas sem resistir.

Estas condições são difíceis, no entanto são as condições para se ser feliz e para ter mais filhos que filhas. É importante que a saúde da mulher seja melhor que a do homem. Falar muito alto não é adequado para uma mulher.
Uma mulher em aparentemente boa saúde mas que não pode conceber, deve-se em geral ao consumo de açúcar, fruta e doces. A alimentação da mulher deve ser durante a gravidez mais controlada, pois é nesta época que o destino do filho se determina. Em nove meses o corpo de um feto torna-se 3 milhões de vezes maior que a sua dimensão inicial. Se a mãe comer peixe todos os dias, o bebe terá o nariz chato. Se come mais legumes que cereais, ou se come carne frequentemente ele terá orelhas pequenas e sem lóbulos. Diz-se no Japão: “Orelhas de um infeliz”. Uma pessoa que tem as orelhas desta forma pode tornar-se muito infeliz e ás vezes bastante destruidor. É precisos que a orelha seja grande e tenha lóbulo, e que as orelhas sejam coladas ao crânio. A mulher que dá nascimento uma criança cujo nariz é triangular (a base do nariz igual à largura da boca), cujos olhos são profundos e calmos, as orelhas grandes tem razão para ser feliz. Os cabelos da criança devem ser mais claros e sedosos. Entretanto se a mãe comeu muita fruta ou saldas, tomates, berinjelas, ele terá os cabelos negros e duros. O corpo deve ser pequeno, vermelho e firme. Ele deve pesar entre 2 kilos a 2,250 e deve gritar muito forte, não é bom que um bebé chore desnecessariamente. A fome deve ser a única razão do choro. Todos os grandes homens tiveram mães muito doces e que se alimentavam correctamente.

A mulher é yin, por isso deve ser maioritariamente yin. O homem é yang, então deve ser maioritariamente yang.

O yin é o criador, é a mãe, ama sem condições. O homem é bravo, imprudente, violento, ditador e às vezes tirano. O homem vive a liberdade, independência e insistência. O yang avança até ao limite da independência, combate, cai e sangra. O yin é tolerante, perdoa tudo, dá misericórdia, é triste, ama tudo. O yin simboliza o absoluto, infinito e eternidade. O yin é desconhecido, o yang é célebre. Ninguém conhece as mulheres dos grandes homens. Portanto os grandes homens são filhos das grandes mães.
A mulher é infeliz, mas faz nascer os grandes homens felizes, pois ela é infeliz. Yin produz yang. Já que ela não tem nome, dá nascimento às celebridades.

O homem deve ser possessivo, caçador, exigir e conquistar. A mulher deve ser conquistada. A mulher que não é conquistada é miserável e arrogante. A mulher que caça homens não pode nunca ser feliz. O homem ama tudo, a mulher deve ser amada por todos. Antes de tudo ela deve ser bela. O homem não deve ser agradável. É melhor que seja feio.
O lar que não requer uma mulher não é um lar. O homem ama aquilo que não deve amar e a mulher exige ser amada sem ter capacidade de ser amada, este é a causa de todas as tragédias.

Às vezes a mulher que tem a capacidade de ser amada divorcia-se de um homem de baixo discernimento. Este é o começo de uma tragédia, ela passará a sua vida a chorar e enfim acaba sozinha, pobre e com uma doença grave. Este crime só pode ser recompensado se fizer um filho esplêndido. No entanto uma mãe solteira acaba sempre na infelicidade.

A mulher é a flor de crisântemo branco: como ele, ela tem pureza, calma, silêncio, simplicidade, não resistência, solenidade, fraqueza - como os deuses. O homem pode ser ambicioso, ávido, agressivo, exclusivista, brutal, resistente, arrogante, às vezes até rejeita a mulher. Mas a mulher ama, acredita, protege, nutre, cuida do homem, ela não tem olhos para outros. Mesmo que o homem a deixe, ela não conhecerá outro homem, esperará todos os dias desejando felicidade a este homem. Mesmo que ele morra ela fica apegada a ele. É a tolerância absoluta. É a paz. Evidentemente, o homem sem misericórdia será derrotado, mais tarde ou mais cedo no combate da vida, traído e rejeitado pelos seus amigos, agredido e morto facilmente pela doença ou acidente. Ele morrerá lamentavelmente num profundo desespero.

A mulher é yin, o homem é yang. O yin ganha sempre no final e todos os dias. A mulher pode fazer do homem o que ela quer, ela pode transformar qualquer homem como ela quer, com a macrobiótica e o Principio Unificador e o fazer avançar livremente. A liberdade de transmutação independentemente do tipo de homem, com a macrobiótica e o Principio Unificador é dado somente à mulher. Por exemplo o marido chega a casa de mau humor, está zangado à menor contrariedade ele repreende a sua esposa, está muito yang. Perante esta atitude a mulher deveria dizer:” Não sei o que se passa, mas o meu dever é de o acalmar”. Ele terá por ela uma grande estima. A sua força reside na doçura, é neste aspecto que poderemos dizer que a mulher é mais forte do que o homem. Se acontece ao contrário a mulher se rebeldia, estamos perante uma relação de homem frente a frente. Eu quero ser mulher. Eu tenho condições, mais que qualquer outra mulher. Eu sou mulher: muitos milhares de crianças me foram entregues. Exceptuando a minha mãe não conheço nenhuma mulher mais feminina do que eu. O homem ama, e a mulher é amada. Com uma mulher digna de ser amada por todo o mundo, qualquer homem fica cavalheiresco, fiel, bravo e sacrificará a sua vida. O homem que ama pode fazer qualquer mulher, a ideal, a mais fiel e a mãe ideal. Mas é preciso que o homem desenvolva o seu pensamento, sobretudo quem combate no mar turbulento da vida. A mulher que deseja ser amada deve desenvolver a sua capacidade para ser amada e virá a ser cada vez mais amada. A mulher que não se esforça neste ponto será forçosamente rejeitada. Mas se o homem continua no mesmo nível de discernimento, a mulher deve transformar a condição fisiológica do seu marido com a cozinha macrobiótica deliciosa e o Princípio Unificador. É o mais velho Princípio de transmutação do mundo, e é o mais elevado. É possível transmutar chumbo em ouro, e carbono e oxigénio em ferro. Para aquele que pode ordenar: à montanha que entre no mar, o impossível não existe. Estudar o Princípio Único é o mais precioso e divertido estudo da vida.
Quem não se desenvolve progressivamente não é homem vivente. Desenvolvimento significa progresso, se não evoluímos com a idade é como estar morto. Quem não progride com a idade cada vez mais profunda e largamente, quem não sabe criar e difundir a alegria do desenvolvimento, é porque teve falta de uma educação rigorosa na infância. Tendo perdido o senso de felicidade, alegria e gratidão. Aquele que foi habituado a passar frio, fome, calor e sofreu, sabe cultivar um mundo de alegria, gratidão e felicidade, adquirido por si mesmo. O que faz a mulher feliz e ideal é a educação psicológica e fisiológica pelo Princípio Unificador, isto é, a educação tradicional. A educação moderna, que é a ocidental, profissional, técnica e mecânica, não pode produzir a mulher ideal de maneira nenhuma.

Há mais de 50 anos que conheço ao vivo o mundo ocidental e americano, sem ter visto uma só mulher verdadeiramente feliz, algumas mulheres tem felicidade superficial dada ou emprestada, que é a felicidade material. Por exemplo se um marido engana a sua esposa a mulher deveria dizer:” Desculpa em te nutrir mal e de te incentivar a ver outras mulheres, obrigado por me haveres feito compreender, e no dia seguinte muda a sua dieta e o problema resolve-se. É o que a mulher dá ao seu marido que lhe causa os problemas. No ocidente as mulheres desconhecem isto, por isso são infelizes.” George Ohsawa.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Confraternização comemorativa de fim e início de ano

Você está convidado(a) a participar na confraternização comemorativa de fim e início de ano, dia 31 de Dezembro de 2009, na Quinta da Picota, em Bucelas, a 20 km de Lisboa.

Veja o cartaz para mais detalhes. Clique na imagem, para visualizá-la em tamanho maior. Por favor divulgue aos seus amigos e familiares.









quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Palestra Pública

Palestra Pública dia 12 de Dezembro de 2009, CRISE MENTAL GENERALIZADA

Parece que quanto mais evoluídos somos, muito maior a confusão e o caos em todas as áreas de actuação e em todos os campos do conhecimento humano. Isto se deve em parte à fragmentação do pensamento humano em quase todos os campos da saber, o professor George Ohsawa sintetizou e sistematizou O Princípio Unificador, já que ele observou que facilmente as pessoas são ofuscadas por meias verdades, que sempre mais tarde ou mais cedo se vem a provar que estão erradas e incompletas. Esta é na minha perspectiva a grande crise da humanidade, a falta de princípios para julgar cada campo do conhecimento. Vivemos numa era ,em que a maior crise é a crise verbal, mental. A maioria não sabe pensar, dialogar. Fala apenas palavras bonitas, atractivas desligadas da realidade mais ampla e real. Estamos a enfrentar uma das doenças mais graves da humanidade: A fobia verbal. Exactamente porque não existe mais diálogo integral, integrador, com palavras integrais. A maioria das pessoas não usa habitualmente antónimos, só usa apenas sinónimos. Mas quem usa mais sinónimos que antónimos a tendência é diabólica e desastrosa. Tudo na vida tem o seu oposto, antagónico; homem/mulher, dia/noite, frio/quente, rico/pobre, etc., do mesmo modo, as palavras também têm o seu oposto que é o seu antónimo. Não existe apenas bom, existe sim, bom e mau, simultaneamente e paradoxalmente integrados, não existe saúde, existe sim saúde e doença simultaneamente e paradoxalmente interligados, etc. Essa é que é a realidade maravilhosamente terrível. Quem não percebe esta realidade simples e até quase infantil, já é esquizofrénico, desintegrado e meio louco. Para aprender a falar normal e efectivamente precisamos pois aprender a usar antónimos, habitualmente, de outro modo cairemos no maniqueísmo do "bomismo", e o destino inevitavelmente vais ser o "mauismo". Porque na vida tudo atrai o seu oposto. A maioria é exactamente vitima daquilo que mais rejeita: a doença, a pobreza e a violência.